Filosofias de bolso e psicologia de algibeira. O Tudo e o Nada. Porque sim e porque não.
Não quis guardá-lo para mimE com a dimensão da dorA legitimar o fimEu deiMas foi para mostrarNão havendo amor de voltaNada impede a fonte de secarMas tanto piorE quem sou eu para te ensinar agoraA ver o lado claro de um dia mauEu seiA tua vida foiMarcada pela dor de não saber aonde dóiMas vendo bemNão houve à luz do diaQuem não tenha provadoO travo amargo da melancoliaE então rapaz,Então porquê a raiva se a culpa não é minhaSerão efeitos secundários da poesiaMas para quê gastar o meu tempoA ver se aperto a tua mãoEu tenho andado a pensar em nósJá que os teus pés não descolam do chãoDizes que eu dou só por gostarPois vou dar-te a provarO travo amargo da solidão!É só mais um dia mau, mau, mauUma música por dia e nem sabe o bem que lhe fazia
E o que eu gosto de Ornatos Violeta...
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