A sensação das coisas por dizer, das coisas por fazer, dos momentos por aproveitar é bem melhor e reconfortante que o arrependimento das coisas ditas, das coisas feitas, dos momentos desperdiçados.
Filosofias de bolso e psicologia de algibeira. O Tudo e o nada. Porque sim e porque não.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Um-dó-li-tá...
Não lembrar ou esquecer?
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
A minha vida é um mar de rosas
Ao escrever o post anterior usei uma expressão «a vida ser um mar de rosas».
Sei (boa, já uso mais o presente, estou a gostar) e tenho a plena noção de que quem não chora não mama e sei-lo de duas perspectivas: a de quem vê (de ver uns constantemente a fazerem o choradinho por tudo e por nada para terem ali uma maminha a pingar permanentemente) e a de quem sente (talvez se eu chorar mais e aborrecer tantos uns com os meus choradinhos a sério como outros já tanto me aborreceram com os seus choradinhos da treta pingue aqui qualquer coisinha*).
Disse eu no outro post que a minha vida não era um mar de rosas como muitos imaginam.
Mas ocorreu-me que é, sim.
A minha vida é um verdadeiro mar de rosas. Fiquei com mais espinhos que pétalas mas asseguro que quando consigo habituar-me à dor das arranhadelas e picos espetados que às vezes me infectam o aroma que as rosas emanam e dão ao mar tem outra intensidade.
*Não, não tenho feitio nem de queixas nem de lamúrias nem de desabafos banais. Para mim a lágrima é uma coisa séria.
Sei (boa, já uso mais o presente, estou a gostar) e tenho a plena noção de que quem não chora não mama e sei-lo de duas perspectivas: a de quem vê (de ver uns constantemente a fazerem o choradinho por tudo e por nada para terem ali uma maminha a pingar permanentemente) e a de quem sente (talvez se eu chorar mais e aborrecer tantos uns com os meus choradinhos a sério como outros já tanto me aborreceram com os seus choradinhos da treta pingue aqui qualquer coisinha*).
Disse eu no outro post que a minha vida não era um mar de rosas como muitos imaginam.
Mas ocorreu-me que é, sim.
A minha vida é um verdadeiro mar de rosas. Fiquei com mais espinhos que pétalas mas asseguro que quando consigo habituar-me à dor das arranhadelas e picos espetados que às vezes me infectam o aroma que as rosas emanam e dão ao mar tem outra intensidade.
*Não, não tenho feitio nem de queixas nem de lamúrias nem de desabafos banais. Para mim a lágrima é uma coisa séria.
As férias!!
As férias aproximam-se a uma velocidade vertiginosa. O tempo tem passado a correr, pensei que estes 15 dias se fossem arrastar mas não.
A pergunta típica é sempre "então e para onde vais?".
Este ano as férias vão ser uma experiência nova, totalmente nova, por muitos e diversos motivos.
Há algumas responsabilidades que deixámos de ter, tornavam-se sempre preocupações grandes nas férias que acabavam por consumir todo o nosso descanso e com o deixar de haver dessas responsabilidades surgem outros problemas, chamemos-lhes probleminhas, coisas que comparadas com o que foi durante anos (agora e à medida que a distância aumenta ... enfim, seria complicado explicar por palavras a quem nunca experimentou) não são nada e até dão um prazerzinho temperando a vida ora com um pouco mais de sal ora com um pouco mais de pimenta.
Há certos pesos que este ano não carregamos, pesos que não procurámos e que nos cairam em cima mas que este ano (e acho que finalmente) apesar de continuarem bem pesados resolvi "deixar de andar com eles às costas", estão lá "arrumadinhos na prateleira" para eu descansar um bocado que apesar de não andar para aí a lamuriar a minha vida os pesos existem e acumulam-se, não pensem que não é por não os apregoar aos 4 ventos que a minha vida é um mar de rosas...
Mas pesos, responsabilidades e temperos de um lado que do outro está uma nova sensação a estrear este ano numa residência portuguesa mais ou menos perto de si conforme a localização do leitor: os nossos sobrinhitos vêm passar uns dias connosco. Ele um regila de 6 anos e ela uma terroristazinha de 4, vai ser bonito, vai, nós habituadinhos ao sossego do lar e às pequenas travessuras do sr Pootchie Nunes... nem quero pensar!
Aliás, nada de planos, que os planos saem sempre furados. Temos um roteirinho de sítios a levá-los para eles conhecerem já que estão em Lisboa, sítios onde nós mesmos nunca fomos, como por exemplo o Oceanário, e o resto vai ser uma descoberta e aventura: para eles e para nós.
Daqui a 48h aproximadamente arrancamos para ir buscar o regila e sábado arrancamos para ir buscar a terrorista. Domingo começa a valer.
Mas as férias não vão ser só esses 4 ou 5 dias que eles cá vão estar. Nos dias que restam vamos estar a descansar ;)
Pootchie Nunes: preparado?
A pergunta típica é sempre "então e para onde vais?".
Este ano as férias vão ser uma experiência nova, totalmente nova, por muitos e diversos motivos.
Há algumas responsabilidades que deixámos de ter, tornavam-se sempre preocupações grandes nas férias que acabavam por consumir todo o nosso descanso e com o deixar de haver dessas responsabilidades surgem outros problemas, chamemos-lhes probleminhas, coisas que comparadas com o que foi durante anos (agora e à medida que a distância aumenta ... enfim, seria complicado explicar por palavras a quem nunca experimentou) não são nada e até dão um prazerzinho temperando a vida ora com um pouco mais de sal ora com um pouco mais de pimenta.
Há certos pesos que este ano não carregamos, pesos que não procurámos e que nos cairam em cima mas que este ano (e acho que finalmente) apesar de continuarem bem pesados resolvi "deixar de andar com eles às costas", estão lá "arrumadinhos na prateleira" para eu descansar um bocado que apesar de não andar para aí a lamuriar a minha vida os pesos existem e acumulam-se, não pensem que não é por não os apregoar aos 4 ventos que a minha vida é um mar de rosas...
Mas pesos, responsabilidades e temperos de um lado que do outro está uma nova sensação a estrear este ano numa residência portuguesa mais ou menos perto de si conforme a localização do leitor: os nossos sobrinhitos vêm passar uns dias connosco. Ele um regila de 6 anos e ela uma terroristazinha de 4, vai ser bonito, vai, nós habituadinhos ao sossego do lar e às pequenas travessuras do sr Pootchie Nunes... nem quero pensar!
Aliás, nada de planos, que os planos saem sempre furados. Temos um roteirinho de sítios a levá-los para eles conhecerem já que estão em Lisboa, sítios onde nós mesmos nunca fomos, como por exemplo o Oceanário, e o resto vai ser uma descoberta e aventura: para eles e para nós.
Daqui a 48h aproximadamente arrancamos para ir buscar o regila e sábado arrancamos para ir buscar a terrorista. Domingo começa a valer.
Mas as férias não vão ser só esses 4 ou 5 dias que eles cá vão estar. Nos dias que restam vamos estar a descansar ;)
Pootchie Nunes: preparado?
terça-feira, 11 de agosto de 2009
O semeador de estrelas
De dia uma estátua banal e sem sentido.

À noite um efeito de deixar sem palavras.


À noite um efeito de deixar sem palavras.

[Kaunas, Lituânia ?]
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Alguém anda a trabalhar arduamente pelo bem do clã, sim??
Spoon - Me and the Bean
Uma música por dia só faz é bem!
There's A Girl In My Yard
Reading Me My Tarot Cards
She Don't Know Anything
But She's Beautiful To Me
My Eyes Are Opening Again
I See You As You're Marching In
I'll Bring You Cover When You're Cold
You'll Bring Me Youth When I Grow Old
Do You Remember When You Were Small
How Everybody Would Seem So Tall
I Am Your Shadow In The Dark
I Have Your Blood Inside My Heart
Adoooooooooooooooooooooooooooro esta música. Adoooooooooooooooooooro.
Verbalizando
Ando em aprendizagem.
De futuro quero o indicativo, presente e futuro de preferência.
Para trás deixo os pretéritos, independentemente do grau de perfeição que mais-que-perfeitos só mesmo as flores que traduzem amores e nem mesmo amores têm tanta perfeição.
O condicional só se não houver outra condição e gerúndios que suavizam os imperativos quero-os de reserva para usar na hora certa.
Quanto a outras formas deixo-as a quem participou do passado mas que nada me indica no (para) o futuro.
Para alguns sai um grande pretérito imperfeito, para outros um rico infinitivo (im)pessoal.
Para mim o que interessa é o presente e o futuro. Do indicativo, claro, que a vida já não se faz de conjuntos.
De futuro quero o indicativo, presente e futuro de preferência.
Para trás deixo os pretéritos, independentemente do grau de perfeição que mais-que-perfeitos só mesmo as flores que traduzem amores e nem mesmo amores têm tanta perfeição.
O condicional só se não houver outra condição e gerúndios que suavizam os imperativos quero-os de reserva para usar na hora certa.
Quanto a outras formas deixo-as a quem participou do passado mas que nada me indica no (para) o futuro.
Para alguns sai um grande pretérito imperfeito, para outros um rico infinitivo (im)pessoal.
Para mim o que interessa é o presente e o futuro. Do indicativo, claro, que a vida já não se faz de conjuntos.
Para a frente é que é o caminho
É impossível voltar atrás.
Somam-se dois concertos sem conserto.
Somam-se dois concertos sem conserto.
domingo, 9 de agosto de 2009
Faith no More - Midlife Crisis
Uma música por dia faz tããããão bem
Bicha solitária
Quanto mais se alimenta um ego mais faminto, sedento, exigente ele se torna.
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Há coisas muito tramadas!
Precisava imenso aumentar a minha energia para - pelo menos!! - 75 mas não consigo skill points suficientes. Bolas!
Também precisava aumentar o ataque e a defesa. Que desconsolo, até no virtual a vida é difícil!
Já nem se fala no Yoville, aquilo para uma pessoa ter uns tarecos de jeito em casa tem que trabalhar que nem um mouro!
Ao menos a Farmville é um descanso.
Conclusão: até no virtual não há como a vida do campo...
Também precisava aumentar o ataque e a defesa. Que desconsolo, até no virtual a vida é difícil!
Já nem se fala no Yoville, aquilo para uma pessoa ter uns tarecos de jeito em casa tem que trabalhar que nem um mouro!
Ao menos a Farmville é um descanso.
Conclusão: até no virtual não há como a vida do campo...
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Mas há boas que chegam por mail
«It is the greatest of all mistakes to do nothing because you can only do a little. Do what you can.»
(Sydney Smith)
(Sydney Smith)
Ah, pois e então?
Gostam do novo layout?
Eu gosto!
Eu gosto!
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