Filosofias de bolso e psicologia de algibeira. O Tudo e o nada. Porque sim e porque não.
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Consolation: I want so much, want to feel your touch, tonight...
Take me in your arms forgetting all you couldn't do today
Take me in your arms forgetting all you couldn't do today
To celebrate the fact
That we've seen the back
Of another black...
day
That we've seen the back
Of another black...
day
Depeche Mode - Black Celebration
Uma música por dia e nem sabe o bem que lhe fazia
quarta-feira, 8 de julho de 2009
5 sentidos
Olhei: parecia m*rda.
Ouvi: só se ouvia (moscas na ) m*rda.
Cheirei: só cheirava a m*rda.
Provei: sabia a m*rda.
Se 80% dos sentidos me diziam que era m*rda porque raio ainda fui tocar?
Estúpida!
Ouvi: só se ouvia (moscas na ) m*rda.
Cheirei: só cheirava a m*rda.
Provei: sabia a m*rda.
Se 80% dos sentidos me diziam que era m*rda porque raio ainda fui tocar?
Estúpida!
Os treinos de obediência
Agora é que o Pootchie Nunes vai ser o melhor da classe. Tem uma colega nova, toda giraça, meia husky com 3 mesitos. Ontem já andou a exibir-se. Estavam tão giros!
À falta de tradução de derivações para "cross-dominance", sou ambidestra.
Podia ser uma coisa boa, cheia de vantagens, conseguir fazer a grande maioria das coisas com as duas mãos, acho que o mais difícil é lavar os dentes e comer a sopa com a esquerda ou comer com a faca na direita e o garfo na esquerda.
Nunca liguei muito a ser ambidestra, salvo um ou outro comentário tipo consegues fazer isso com a esquerda? ou comes assim?, e nem reparava na "capacidade".
A verdade é que ser ambidestro (cross-dominant) tem tanto de bom como de mau. Se por um lado sou capaz de executar muitas tarefas sem pensar se estou a fazer com a esquerda ou com a direita em algumas coisas, noutras algo acaba por correr.
E se ser ambidestro (cross-dominant) é mais complexo do que a simplicidade de ser tão hábil (e não levemos "hábil" para o lado da perfeição, deixemos "hábil" relacionar-se apenas "capaz") com uma mão como com a outra?
Será esta capacidade uma aberração e descoordenação interna? Justificaria muitas coisas, especialmente a minha "capacidade" para ver/sentir/pensar as coisas do modo exactamente oposto da maioia dos comuns, destros.
É melhor não me pôr a pensar nisto. É sinistro. Afinal o "mal" poderá está mesmo dentro de mim, sem me possuir mas sendo eu mesma.
Podia ser uma coisa boa, cheia de vantagens, conseguir fazer a grande maioria das coisas com as duas mãos, acho que o mais difícil é lavar os dentes e comer a sopa com a esquerda ou comer com a faca na direita e o garfo na esquerda.
Nunca liguei muito a ser ambidestra, salvo um ou outro comentário tipo consegues fazer isso com a esquerda? ou comes assim?, e nem reparava na "capacidade".
A verdade é que ser ambidestro (cross-dominant) tem tanto de bom como de mau. Se por um lado sou capaz de executar muitas tarefas sem pensar se estou a fazer com a esquerda ou com a direita em algumas coisas, noutras algo acaba por correr.
E se ser ambidestro (cross-dominant) é mais complexo do que a simplicidade de ser tão hábil (e não levemos "hábil" para o lado da perfeição, deixemos "hábil" relacionar-se apenas "capaz") com uma mão como com a outra?
Será esta capacidade uma aberração e descoordenação interna? Justificaria muitas coisas, especialmente a minha "capacidade" para ver/sentir/pensar as coisas do modo exactamente oposto da maioia dos comuns, destros.
É melhor não me pôr a pensar nisto. É sinistro. Afinal o "mal" poderá está mesmo dentro de mim, sem me possuir mas sendo eu mesma.
Depeche Mode - Policy of truth
Uma música por dia e nem sabe o bem que lhe fazia
terça-feira, 7 de julho de 2009
Coisas que mexem com o meu sistema nervoso
Ter alguém a zanzar por aqui enquanto assobia desafinadamente.
Depeche Mode - Never let me down again
Uma música por dia e nem sabe o bem que lhe fazia
[Em contagem decrescente. Faltam 4 dias]
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