Quando um "projecto" olha para si mesmo e vê não só a "obra construída" mas toda a sua grandiosidade, esplendor... insubstituibilidade esquecendo-se que não passa ainda de um projecto e que tem que crescer e alargar os seus horizontes e aprender muito (!!) para se ver finalmente concretizado, o que pode acontecer?
Filosofias de bolso e psicologia de algibeira. O Tudo e o nada. Porque sim e porque não.
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Chateada? Aborrecida??
Não. Nem um bocadinho chateada nem um bocadinho aborrecida.
As pessoas que já viram o poder destruidor daquela caganita (up-date: ontem estraçalhou o forro de uma cadeira, deu cabo de duas camisas minhas e arrancou - rasgou mesmo - um bocado de lençol que puxou por baixo do estrado) perguntam-me se estou muito chateada.
Compreendo que qualquer um que esteja de fora comente logo com um "eu já tinha mandado o cão pela janela" ou um "eu não me aguentava, comigo já tinha apanhado porrada". Compreendo que poucos tivessem tido a paciência que ainda temos, nem a têm com um amigo ou um fiho quanto mais por um cão, não é?
Há que gostar, há que amar, mas gostar incondicionalmente. Há que compreender, há que pôr no lugar.
Chateada? Não, muito longe disso. O que quem está de fora sente ao ver a destruição das (nossas) coisas é de longe o que nós sentimos.
Enquanto que os outros vêem trabalho a limpar e despesa eu vejo a frustração de um cão amoroso e meigo e o modo que arranjou de passar o tempo em que está a sentir a nossa falta e a sofrer a ansiedade de não saber se regressamos para ele ou não.
Chateada? Não, nem um pouco. Preocupada? Muito. Com a despesa? Não, quero lá saber da despesa. Preocupa-me o meu amigo que está a sofrer com a minha falta e pensa que eu não quero saber dele sem compreender que vou todos os dias voltar para casa.
As pessoas que já viram o poder destruidor daquela caganita (up-date: ontem estraçalhou o forro de uma cadeira, deu cabo de duas camisas minhas e arrancou - rasgou mesmo - um bocado de lençol que puxou por baixo do estrado) perguntam-me se estou muito chateada.
Compreendo que qualquer um que esteja de fora comente logo com um "eu já tinha mandado o cão pela janela" ou um "eu não me aguentava, comigo já tinha apanhado porrada". Compreendo que poucos tivessem tido a paciência que ainda temos, nem a têm com um amigo ou um fiho quanto mais por um cão, não é?
Há que gostar, há que amar, mas gostar incondicionalmente. Há que compreender, há que pôr no lugar.
Chateada? Não, muito longe disso. O que quem está de fora sente ao ver a destruição das (nossas) coisas é de longe o que nós sentimos.
Enquanto que os outros vêem trabalho a limpar e despesa eu vejo a frustração de um cão amoroso e meigo e o modo que arranjou de passar o tempo em que está a sentir a nossa falta e a sofrer a ansiedade de não saber se regressamos para ele ou não.
Chateada? Não, nem um pouco. Preocupada? Muito. Com a despesa? Não, quero lá saber da despesa. Preocupa-me o meu amigo que está a sofrer com a minha falta e pensa que eu não quero saber dele sem compreender que vou todos os dias voltar para casa.
Super-dog!
O meu cão está prestes a tornar-se o primeiro cão voador sem pára-quedas.
Espantada.
Não sei porquê, nem sei porquê ainda espantada. Mas sempre espantada com o que observo repetidamente nas mesmas pessoas.
Talvez porque esteja sempre à espera que "aquela saída" tenha sido a última.
Talvez porque esteja sempre à espera que "aquela saída" tenha sido a última.
quarta-feira, 6 de maio de 2009
One for you, one for me...
E se o Xanax não resultar nele ao menos tomamos nós.
(entre parêntesis)
Se esta empresa funcionasse mal era tãããããããããããão bom!
Mas não, funciona tão, mas tão mal, tãããããããããããããããããão mal... que é impossível adjectivar.
Mas não, funciona tão, mas tão mal, tãããããããããããããããããão mal... que é impossível adjectivar.
Continuando na mesma onda
Pobres compositores génios da música clássica. Como é possível escangalhar tanto músicas tão bem compostas com tanto amor e carinho??
(De mãos em redor da boca vaindo:) Búúúúúúúúúhhh!
Abaixo as músicas horriveis e irritantes de espera telefónica.
Sou a favor
A empresa onde trabalho só tem uma solução: eutanásia.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Para rirem um pouco*
*Não tem é legendas...
Sobre os homens: «(...) In fact we call it "The Nothing Box" and of all the boxes man has in his brain the nothing box is our favorite box.»
Sobre as mulheres: «Woman tend to care about eveeeeryyythiiiiiiiiiiiiiing and she just loves it.»
Sobre os homens: «(...) In fact we call it "The Nothing Box" and of all the boxes man has in his brain the nothing box is our favorite box.»
Sobre as mulheres: «Woman tend to care about eveeeeryyythiiiiiiiiiiiiiing and she just loves it.»
(Este vídeo explica um pouco porque é que hoje nem estou virada para o "escrevanço": tenho o cérebro qzzzrrrggggggrrrgggggggggggggg)
Hip hip hurray!
Parece que chegou o Verão.
Mas já em Março parecia que tinha chegado a Primavera.
À parte disto não estou com a mínima vontadinha de escrever nada.
Mas já em Março parecia que tinha chegado a Primavera.
À parte disto não estou com a mínima vontadinha de escrever nada.
sábado, 2 de maio de 2009
Sushi a tempo e horas!
O final do conto iniciado dia 18 foi publicado dia 28.
E hoje a versão do cão do texto "Memórias de uma semana de cão - versão da dona*" publicado dia 20 do meu blog das memórias que fazem a minha história.
Podem ver aqui: http://the-sushi-blog-meeting.blogspot.com/2009/05/imaginario-xl.html
E hoje a versão do cão do texto "Memórias de uma semana de cão - versão da dona*" publicado dia 20 do meu blog das memórias que fazem a minha história.
Podem ver aqui: http://the-sushi-blog-meeting.blogspot.com/2009/05/imaginario-xl.html
sexta-feira, 1 de maio de 2009
E depois da reflexão
Já que não se pode ter tudo ao menos tenhamos qualquer coisinha. E o S. Pedro deu-nos uma grande ajuda.
Tenham um excelente fim-de-semana prolongado! E se não puderem (como eu) estar simplesmente de papo para o ar numa esplanada qualquer aproveitem para fazerem o que gostam com quem gostam como gostam.
O importante é aproveitar o momento seja ele qual for.
Tenham um excelente fim-de-semana prolongado! E se não puderem (como eu) estar simplesmente de papo para o ar numa esplanada qualquer aproveitem para fazerem o que gostam com quem gostam como gostam.
O importante é aproveitar o momento seja ele qual for.
Dia do trabalhador
Gostaria de desejar a todos umas boas reflexões e celebrações deste dia.
Infelizmente assisto hoje - que espero que não faça regra - a um retrocesso nos direitos adquiridos por nós, trabalhadores, ao longo de décadas de luta.
Não falo do desemprego, que além de assustador (já lá estive muitas vezes) é crescente e global (triplamente assustador).
Vejo as tentativas dos vários governos em minimizar os danos causados pelo estado de desemprego mas não vejo esforços em melhorar as condições dos trabalhadores.
Assisto hoje (e vivo na pele) ao retrocesso do patronato à mentalidade da idade média numa fusão com leis (quais leis?) do faroeste camuflada nos rituais modernos da era das novas tecnologias.
Vivemos uma fachada.
Digam-me que sou só eu e vou descansada por saber que caminhamos para a melhoria e para o alcance dos verdadeiros direitos reclamados ao longo do tempo.
Infelizmente assisto hoje - que espero que não faça regra - a um retrocesso nos direitos adquiridos por nós, trabalhadores, ao longo de décadas de luta.
Não falo do desemprego, que além de assustador (já lá estive muitas vezes) é crescente e global (triplamente assustador).
Vejo as tentativas dos vários governos em minimizar os danos causados pelo estado de desemprego mas não vejo esforços em melhorar as condições dos trabalhadores.
Assisto hoje (e vivo na pele) ao retrocesso do patronato à mentalidade da idade média numa fusão com leis (quais leis?) do faroeste camuflada nos rituais modernos da era das novas tecnologias.
Vivemos uma fachada.
Digam-me que sou só eu e vou descansada por saber que caminhamos para a melhoria e para o alcance dos verdadeiros direitos reclamados ao longo do tempo.
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